Quando o açude rompe a barragem
E a imagem do homem se transfigura
Quando a amargura faz-se em letras
Borboletas ao vento ecoam
Gritando de dentro da alma
O vento que pulveriza
E se a dor ameniza, acalma
O poeta sem dor agoniza
06/04/07
Atrás desse frio elétrico
Só não vai quem não morreu

P.S: Aos amigos, digam que voltei!
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